sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Amor Barato


Em 14 de dezembro de 2004, eu escrevi o seguinte:


"“Eu queria a sorte de um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida...” Eu também queria, querido Cazuza, também queria! Seria tão mais fácil, um amor pronto, mastigado, com início, meio e fim definidos, chato até, um saco! Um amor barato.

O amor custa caro. O amor custa cada lágrima que rola de um olhar apaixonado, custa os olhos inchados do dia seguinte. O amor custa as noites em claro, custa os vexames no meio da rua, custa os cuidados diários para sua manutenção. O amor custa os rompantes da paixão, as dores da distância e separação, custa o aprendizado para poder mantê-lo.

O amor barato já vem pronto, mordido, sem graça. Te satisfaz por um tempo, mas logo cai no marasmo. O amor barato não emociona, não tira o sono, nem tira a calma. O amor barato não cuida, não respeita, não liberta.

Eu quero a sorte de um amor intenso, verdadeiro, puro, passional, com sabor de novo a cada dia."


Bom, hoje já dia 17/10/2008 e continuo acreditando que o amor custa caro, mas vale cada pedaço de moeda que se usa para tê-lo, sejam lágrimas, suores, sorrisos...
A gente precisa desses momentos de desentendimentos pra poder continuar se entendendo!!!

Meu amor não é barato, meu amor é intenso, valioso. Eu sou uma mulher de sorte!!!

Nenhum comentário:

Visitas desde 25/05/2009